Há muito tempo em que eu venho buscando a minha paz. Dentre tantas decepções interpessoais, relacionando diariamente com diversos tipos de pessoas, essa busca foi se tornando cada vez mais remota.
Quando mais eu buscava por ela, mais distante ela parecia estar do meu alcance. Passei a analisar as atitudes, as limitações e as diferenças de comportamento das pessoas e notei que quanto mais limitadas, mais elas vão agir de má-fé, vão falar pelas costas, vão apunhalar, julgar sem ao menos olhar pra si mesmo e ver o quanto precisa evoluir como pessoa.
Eu como aprendiz nesta vida, sempre disposta a melhorar e evoluir sempre, estava longe de compreender o que afinal de contas seria necessário pra mudar toda esta situação. Eis que por mais clichê que pareça ser, venho fazer minha reflexão e análise: se esperamos a mudança no outro, que sejamos nós a mudança. Precisamos mudar, adaptar às fraquezas, as limitações e a inferioridade tão fútil que ja não faz parte do seu crescimento.
O afastamento, a indiferença e a assertividade são elementos cruciais para a boa convivência em uma sociedade tão pobre de empatia e discernimento. O mal do ser humano é querer julgar o outro sem olhar para as coisas que ele mesmo faz.
Reflita.
🤓Hoje eu
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