Navegando
por mares remotos da internet, com minha ansiedade exacerbada achei um texto de
um autor desconhecido no qual me identifiquei muito e consegui captar várias
situações que eu e meus amigos estamos enfrentando nessa fase de “transição”.
Sei que estou com um pé nos 20 e muitos e o outro pé nos 30 então por isso
tomei a liberdade de fazer pequenas alterações no texto e no final deixarei o
link do original disponível a quem se interessar ler.
Você passa a perceber que o seu círculo de amizade está cada vez menor e
mais intenso ao contrário de antes, que tinha vários amigos e contatos
superficiais prontos pra qualquer “rolê.”
Nota-se também que a cada dia que passa, encontrar os poucos e bons amigos fica cada vez mais difícil diante de tantas
responsabilidades adquiridas com o tempo (idade) e sempre arrumamos um motivo para
tomar aquela gelada como "desculpa" para conversar um pouco e colocar a novidades
em dia.
As baladas cheias já não tem mais graça e
geralmente a disposição pra enfrentar multidões, gente bêbada, cantadas inúteis
não são mais as mesmas. Agora preferimos aos bares e churrascos íntimos a
baladas caras do ultimo momento.
Você também começa a enxergar as pessoas de
uma maneira mais clara e vê que enquanto alguns são verdadeiros amigos, outros
deixam de ser especiais e ter a mesma importância. Percebe também o quanto as
pessoas podem ser egocêntricas e que talvez aqueles que você considerava tão
próximos e tinha tanta consideração não são as melhores pessoas.
Encara as coisas com mais intensidade e posso arriscar maturidade para
certas situações. Chora com menos frequência porém sente mais a cada perda ou
decepção. As pessoas te magoam e você se questiona a capacidade da maldade
humana e fica cada vez mais forte com os erros e acertos. Parece que todos ao
seu redor estão namorando, noivando, casando e alguns já tendo filhos, e isso
assusta e muito!!
Você
passa a ter opiniões mais fortes e coerentes, começa a se entender e se amar
mais, torna-se decidido(a) sobre o que quer e o que não quer. Sabe que não precisa
mais tolerar certas situações. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra
criticando e julgando um pouco mais que o normal, porque depois de certas
experiências vividas você passa a adicionar coisas a sua lista do que é
aceitável e do que não é. Ás vezes se sente maduro(a) e independente, outras se
sente com medo e confuso (a). (...)Sair
três vezes por final de semana lhe deixa esgotado e significa muito dinheiro
para seu pequeno salário. Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem
perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum
trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.(...)
Muitas
das vezes tratamos de se obstinar ao passado, mas concluímos que o passado se
distancia cada vez mais e não temos outra opção a não ser seguir em frente.
Pensamos com mais frequência no futuro, planejamos, sonhamos e compramos coisas
que antigamente não imaginaríamos poder comprar ou se chegaríamos a usar um
dia.
"(...) O
que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos
identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de
voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de
passagem, uma bagunça na cabeça…
Mas TODOS dizem que é a melhor época de
nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos…
Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. Parece que foi ontem que
tínhamos 16… Então, amanhã teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?" (...)"
Como eu disse no início este texto foi retirado da internet e tomei a liberdade de fazer algumas alterações com minhas palavras. Deixarei o link do texto original aqui : A síndrome dos 20 e poucos anos



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