14 de set. de 2016

A crise dos 20 e tantos anos

Navegando por mares remotos da internet, com minha ansiedade exacerbada achei um texto de um autor desconhecido no qual me identifiquei muito e consegui captar várias situações que eu e meus amigos estamos enfrentando nessa fase de “transição”. Sei que estou com um pé nos 20 e muitos e o outro pé nos 30 então por isso tomei a liberdade de fazer pequenas alterações no texto e no final deixarei o link do original disponível a quem se interessar ler.

Você passa a perceber que o seu círculo de amizade está cada vez menor e mais intenso ao contrário de antes, que tinha vários amigos e contatos superficiais prontos pra qualquer “rolê.”

Nota-se também que a cada dia que passa, encontrar os poucos e bons amigos fica cada vez mais difícil diante de tantas responsabilidades adquiridas com o tempo (idade) e sempre arrumamos um motivo para tomar aquela gelada como "desculpa" para conversar um pouco e colocar a novidades em dia. 
As baladas cheias já não tem mais graça e geralmente a disposição pra enfrentar multidões, gente bêbada, cantadas inúteis não são mais as mesmas. Agora preferimos aos bares e churrascos íntimos a baladas caras do ultimo momento.
Você também começa a enxergar as pessoas de uma maneira mais clara e vê que enquanto alguns são verdadeiros amigos, outros deixam de ser especiais e ter a mesma importância. Percebe também o quanto as pessoas podem ser egocêntricas e que talvez aqueles que você considerava tão próximos e tinha tanta consideração não são as melhores pessoas.
 Encara as coisas com mais intensidade e posso arriscar maturidade para certas situações. Chora com menos frequência porém sente mais a cada perda ou decepção. As pessoas te magoam e você se questiona a capacidade da maldade humana e fica cada vez mais forte com os erros e acertos. Parece que todos ao seu redor estão namorando, noivando, casando e alguns já tendo filhos, e isso assusta e muito!!

Você passa a ter opiniões mais fortes e coerentes, começa a se entender e se amar mais, torna-se decidido(a) sobre o que quer e o que não quer. Sabe que não precisa mais tolerar certas situações. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra criticando e julgando um pouco mais que o normal, porque depois de certas experiências vividas você passa a adicionar coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. Ás vezes se sente maduro(a) e independente, outras se sente com medo e confuso (a). (...)Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado e significa muito dinheiro para seu pequeno salário. Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.(...) 

Muitas das vezes tratamos de se obstinar ao passado, mas concluímos que o passado se distancia cada vez mais e não temos outra opção a não ser seguir em frente. Pensamos com mais frequência no futuro, planejamos, sonhamos e compramos coisas que antigamente não imaginaríamos poder comprar ou se chegaríamos a usar um dia.  
"(...) O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça…
Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos… Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. Parece que foi ontem que tínhamos 16… Então, amanhã teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?" (...)"
Como eu disse no início este texto foi retirado da internet e tomei a liberdade de fazer algumas alterações com minhas palavras. Deixarei o link do texto original aqui : A síndrome dos 20 e poucos anos

Nenhum comentário:

Postar um comentário